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Feres Sabino

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Feres Sabino

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Gaza está na pauta do mundo. Antes nunca esteve.

26 segunda-feira fev 2024

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Genocídio: Delito contra a humanidade definido pela ONU. Consistir no emprego deliberado da força visando o extermínio ou a desintegração de grupos humanos, por motivos raciais, religiosos, políticos etc. (in: Dicionário da Língua Portuguesa, Encyclopedia Britannica do Brasil). Cada hipótese desse conceito foi introduzida no direito internacional, através da Convenção da Prevenção e Punição do Crime de Genocídio, de 1948, no seu artigo II, a saber: a) matar membro do grupo, b) causar sérios danos físicos ou mentais a membros do grupo, c) Submeter intencionalmente o grupo a condições de vida destinadas a causar a sua destruição física no todo ou parte, d) imposição de medidas destinadas a impedir o nascimento de crianças dentro do grupo, e) transferência forçada de um grupo para outro grupo.

O ataque do Hamas aconteceu depois que o primeiro-ministro Benjamim “Bibi” Netanyahu, no final do ano passado, declarou da tribuna das Nações Unidas – ONU, a extinção da Palestina, já que apresentou o mapa da Grande Israel, em que ela não mais aparecia. Como desde 1948, Israel nunca cumpriu nenhuma Resolução expedida por esse coletivo internacional – ONU — esperava-se que existiria um mecanismo de prisão preventiva, confiante plenamente no sucesso da prática de extermínio prolongado, no tempo, como se já tivesse esvaído o sangue, a dignidade e a honra de um povo humilhado diariamente. Enganou-se, enganamo-nos. Nosso engano foi construído pela maneira com que nossos jornais e noticiários e comentários de TV se omitiram sempre sobre o drama diário dos palestinos, na faixa de Gaza cercada e na Cisjordânia, que constituiria o Estado palestino, mas vagarosamente ocupada por 700 mil colonos vindos de outros países, à custa e convocação do Estado de Israel, dirigido tradicionalmente por sionistas, que representam um movimento político raivoso, violento, discriminador.

Portanto, torna-se risível que jornalistas brasileiras, servis, afrontem o Presidente do Brasil por ele ter expressado, como líder mundial inclusive, o que a comunidade internacional pensa a respeito da morte de 30 mil pessoas, homens, mulheres e crianças, com requinte de ataque inclusive a hospitais.

Qualquer pessoa pode pesquisar no Google “Gaza – prisão a céu aberto”, e seguramente vai encontrar matéria muito anterior a atual guerra, que revela a normalidade da violência exercitada impunemente pelo governo sionista:

Em matéria veiculada no dia 30/07/2021, assinada por Sayid Marcos Tenório, sob o título: “Israel tornou a Faixa de Gaza uma prisão a céu aberto”, e registra: “O escritor Eduardo Galeano simplificou o apartheid que os palestinos continuam sofrendo com o bloqueio imposto à Faixa de Gaza por Israel desde 2007. Ele escreveu que Gaza se tornou uma ratoeira sem saída, desde que o Hamas venceu as eleições de forma limpa em 2006”.

E continua: “Durante esses 14 anos de bloqueio, a ocupação israelense tem privado os palestinos de seus direitos básicos, como o direito a uma vida decente, exercendo uma punição coletiva que pode ser considerada crime de guerra, de acordo com o Direito Internacional e o Direito Internacional Humanitário”.

Noam Chomsky (Filadélfia, 07/12/1928), linguista norte-americano, filósofo, em artigo divulgado em 2014, sob o título “O pesadelo de Gaza e a disputa de interesse” assinala: “No meio de todos os horrores que se desdobram na mais recente ofensiva israelense, a meta de Israel é simples: um retorno à norma. Na Cisjordânia a norma é Israel prosseguir com sua construção ilegal de assentamentos e infraestrutura, para que possa se integrar a Israel o que possa ser de valor, enquanto entrega aos palestinos os cantões inviáveis, e os submete à repressão e à violência. Para Gaza a norma é uma existência miserável sob um cerco cruel e destrutivo que Israel administra para permitir a mera sobrevivência e nada mais”.

O Google, em publicação de 10 de junho de 2013, veicula a matéria segundo a qual “Entre os dias 1 e 3 de dezembro de 2012, a eurodeputada Alda Sousa visitou Gaza, numa delegação internacional de que fez parte também a deputada Helena Pinto. Foram os primeiros estrangeiros a entrar no território depois dos intensos bombardeios israelitas da chamada operação “Pilar de defesa”.

A jornalista brasileira provocou o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, na visita ao Presidente Lula, e ele respondeu, ensinando políticos e demais interessados de boa ou má-fé, dizendo que era amigo de Lula, e viu nas palavras dele em relação à guerra de Israel solidariedade à dor, como ele mesmo declarante o era.

Recentemente, e surpreendentemente, o governo norte-americano disse estar incomodado com a ocupação ilegal da Cisjordânia.

A imprensa brasileira, mais ligada a interesses privados ou aos preconceitos emergentes na política, nem assim percebeu que não foi o Presidente brasileiro que invocou o episódio do Holocausto, símbolo da estupidez humana, com a morte de seis milhões de judeus, na 2ª guerra mundial. Foi, sim, o primeiro-ministro Benjamim “Bibi” Netanyahu que o mencionou, para usá-lo, mais uma vez, como se desse a ele e ao seu Governo racista o monopólio da dor e simultaneamente e, mais uma vez, para fazê-lo de blindagem das barbaridades que comete.

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O pensador palestino

19 segunda-feira fev 2024

Posted by Feres Sabino in blog

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Edward W. Said, árabe cristão, nasceu em Jerusalém, em 1935, na Palestina, desaparecida 13 anos depois, na diáspora provocada em 1948 pela guerra de ocupação, ininterrupta, das milícias sionistas-israelenses. Morou no Egito, depois no Líbano. Depois, nos Estados Unidos. Palestino com cidadania norte-americana, como pensador disputa o primeiro lugar na cultura relacionada ao convívio entre Oriente e Ocidente. Autor de muitos livros, dentre os quais, A questão da Palestina, Orientalismo e Cultura e imperialismo.

Estudou nas escolas inglesas, depois sucedidas por norte-americanas, no Cairo, após a guerra. Foi para os Estados Unidos estudar em Princeton e depois em Harvard. E, depois, lecionou na Universidade de Columbia.

Ele recorda que em Princeton, “em meados dos anos 50, o Times noticiou a conspiração israelense para explodir cinemas e bibliotecas que tinham conexão com os americanos, como o Metro e o Centro Usia” … “como parte de um plano para azedar as relações entre o novo governo de Nasser e os norte-americanos”.

Sua origem e a cor da sua pele, diferentes da brancura europeia e norte-americana, motivo de segregação, ora dissimulada, ora flagrante. Era versado em música, línguas, estudara piano e literatura, escapatória de liberdade de uma educação rígida por parte do pai, seguida pela mãe que não podia, naturalmente, reprimir sua afeição e seu amor. Tantas vezes companheira dele nos teatros de exibição musical, ou em tertúlias literárias.

Sua memória e sua inteligência, na fluente narração de sua autobiografia – Fora do lugar – Memórias – revela bem o grau da exclusão perversa de ser orador de sua classe e de sua formatura, em Harvard. Afinal, era um estudante que se sobressaía na classe e na Universidade.

Esse seu último livro, ele o iniciou quando “… se restabelecia da terceira sessão de quimioterapia”, em maio de 1994, pois seu corpo e seu sangue já estavam invadidos pela leucemia, um tremendo esbarrão em quem tinha o espírito grávido de futuro.

Muito leve, mas muito determinado, no livro está claríssimo seu esforço, bem-sucedido, de preservar os valores culturais de sua terra e de seu povo, sem deixar de conviver com eles os valores coloniais das superpotências, que se sucederam na dominação do Oriente Médio.

O episódio significativo dessa duplicidade cultural é a agressão que sofria na escola americana, quando descreve que, de repente, um outro Ed despertou dentro dele, para reagir, vitoriosamente, contra o agressor. Outra que Edward relembra é das estadias em Bikfaya, cidade situada na estrada sinuosa das montanhas libanesas, na qual, enraizada, morava a família Gemayel, cujo patrono Pierre, nas Olimpíadas de 1936, se encantara com as camisas pretas alemãs, fundando o partido maronita de extrema-direita, as Falanges: dois de seus filhos foram presidentes do Líbano. Um foi assassinado, Bashir, em 1982, seus adeptos pró-Israel reagiram e massacraram os refugiados palestinos nos campos de Sabra e Chatila.

É incrível a beleza fluente de sua narração, tão minuciosa sobre as pessoas, professoras, escolas, ambientes, certamente assegurada pelas qualificadas minudências delas. Incrível sua memória acionada pela força devastadora da doença incurável!

A sua narração não esconde a melancolia saudosa da Palestina, e a tristeza das sucessivas guerras no Oriente Médio.

Suas páginas sobre o pai, negociante vitorioso, que o desejava sucessor de seus negócios, são de comovente sensibilidade. Edward, filho homem único, convivia com suas irmãs, mas seu espírito não se compatibilizava com o de seu pai, afinal, desde cedo interessava-se pela música e pela literatura. Mesma sensibilidade orientou a expressão de seu sentimento e de seu amor, quando enfrenta a idade da mãe, doente, distante e vizinha da morte. É dele a confissão: “Agora, ao escrever isso, tenho a chance, muito tarde na vida, de recordar as experiências como um todo coerente que, por estranho que pareça, não deixou nenhuma raiva, só alguma mágoa e um amor residual surpreendente forte pelos meus pais”.

Sua história pessoal mistura-se com a história dos povos árabes.

Ele morreu em 2003.

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Pacu não é peixe do mar

05 segunda-feira fev 2024

Posted by Feres Sabino in blog

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A entrevista da ex-deputada, Joice Hasselmann, ex-bolsonarista arrependida, concedida ao ICL-Notícias, canal independente, depois que a Polícia Federal visitou a mansão praieira da “sagrada família”, em Angra dos Reis, faz revelações coincidentes com o que já se sabia através da palavra do próprio Presidente, naquela única reunião ministerial que só não envergonhou quem dela participou. O dever da visita, determinada por ordem judicial, aconteceu às 5 horas da manhã, para busca e apreensão de provas, face à descoberta da espionagem paralela (Abin paralela), que funcionou acoplada ao Gabinete do Ódio, instalado no Palácio do Planalto, durante o governo do pai batizado no Rio Jordão.

Seguramente houve vazamento, pois, o quarteto correu para lanchas, barcos e jet-ski, que estavam na praia, e se projetaram para o mar. Dizem ter câmaras e filmagens do que levaram correndo. Quando chegaram de volta, alegam que tinham ido pescar. A propósito ainda da deputada, ela foi enfática em afirmar que “Carlos Bolsonaro é um psicopata capaz de tudo”. Teria sido dele a ideia sinistra da espionagem.

No entanto, a alegação da pescaria ganhou forte estranheza, já que ninguém pesca sem vara e nem rede, nem arpão, e o grupo seguramente não conseguiria pescar com as mãos. Essa impossibilidade ganhou elasticidade no absurdo, quando Carlos declarou que teria saído “para pescar pacu”.

Então, coloca-se necessariamente ressalva na declaração da ex-deputada, arrependida, quando diz ser ele “um psicopata capaz de tudo”. Essa ressalva é relevante, já que por mais que ele seja “capaz de tudo”, ele não alcança absolutismo impossível, e a prova disso está na experiência dele como pescador sem vara, sem rede, sem arpão, declarando piamente que “foi pescar pacu no mar”, quando pacu é peixe de água doce.

O fato é que esse recorte simbólico da pescaria sem vara, sem linha, sem arpão, sem nada, constitui o episódio hilário dessa vergonha infamante descoberta pela Polícia Federal, que nada mais é do que o órgão de espionagem do governo anterior, que se denomina “Abin Paralela”, porque institucionalmente existe a Abin, Agência Brasileira de Inteligência, como se vê, entregue a bandoleiros.

O ex-presidente, papai generoso, que aparece com os filhos em foto divulgada, com a camiseta trazendo ao peito um nome conhecido de todo mundo, DEUS, para falsificar a aparência da verdade e se colocar como ajudante, em perpétua campanha eleitoral. Agora, DEUS teria sido contratado, mediante a isenção tributária de igrejas ou pastores evangélicos, como se tivesse acontecido o milagre do retorno, com a escolha do pior lado para enaltecer sua obra da Criação, agora ameaçada de aniquilamento, mediante a democratização da baba venenosa do ódio.

A aquisição dessa tecnologia coincide com o número de mortes matadas, para salvar o Brasil e seus impasses históricos. Foi esse o compromisso público assumido em discurso na Câmara Federal, quando o então-deputado federal Jair Bolsonaro, fixou, como programa, 30.000 (trinta mil) pessoas seriam mortas, se um dia, ele fosse alçado ao Poder. Ninguém pode falar que ele não trabalhou por isso. Liberou armas, desmontou o que poderia desmontar do Estado brasileiro, usou verbas para os maiores absurdos. A compra e o uso dessa tecnologia de espionagem foi adquirida ou alugada, por uma montanha de dinheiro seguramente, que a sociedade ainda não sabe de onde saiu. Certamente, esse valor gigantesco é muito maior do que o valor das joias recebidas como propina da Arábia Saudita, e que enredou alguns militares nessa patranha. O que é certo é que militares estão nessa outra ilegalidade criminosa, porque a Abin tinha como seu diretor o General Heleno, famosíssimo por suas falas corajosas e não por seus atos sorrateiros, o mesmo cuja “capivara” registra que esteve ao lado daquele militar, no tempo da Presidência do General Geisel, e Ministro da Guerra chamado Sílvio Frota, um grosseirão ambicioso, que preparava um golpe quando foi defenestrado pelo Presidente.

A coincidência nessa arte espiã canalha é que teriam sido espionadas 30.000 mil pessoas, políticos, autoridades, jornalistas, amigos e opositores políticos; dizem até que muitos já estavam ao lado do Presidente, mas que mereciam conferência de lealdade.

Essa maneira de coletar informações, o ex-Presidente declarou publicamente que a possuía porque ele não confiava nos órgãos institucionais, para proteger a família e os amigos. A família e os amigos.

A descoberta dessa Abin paralela virou notícia internacional. Em Israel, sob a liderança de advogados, houve petição dirigida ao Ministério Público daquele país, porque a venda ou locação da aparelhagem espiã ofendia o direito internacional. Se não me falha a memória, também direito nacional daquele país fornecedor.

Essa é mais uma podridão lancetada pela Polícia Federal. Dentro dela dois servidores protegidos montaram uma empresa para vender as informações que captavam. O que é podre gera podridão.

Mas, cuidado, não pensem que um Estado democrata dispensa uma Agência de informação governamental. Mas é preciso dar lição de patriotismo verdadeiro e ética para os civis que devem dirigi-la.

Pacu é peixe de água doce. Saibam os psicopatas e os não psicopatas.

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