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Feres Sabino

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Feres Sabino

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A riqueza encontra a pobreza irmã

25 segunda-feira mar 2024

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Não só quando jovem, mas pela vida afora, procuramos maneiras e formas de avançar melhor na compreensão dos problemas e dos pensamentos e das palavras e das obras. Essa atitude vale para o convívio familiar, social e profissional. Às vezes, uma só frase extraída de um contexto, filosófico ou literário, serve de força de arranque para livrar-se de uma crise disfarçada de ceticismo e de desesperança. Às vezes, é um modo de agir de determinada pessoa, que lhe revela a porta aberta à sua disposição. Às vezes, é uma pessoa cuja redescoberta pessoal faz emergir, como propósito de vida, verdadeira alavanca mental, espiritual e física, que o coloca diante de seu semelhante como um ser humano cuja igual dignidade não mais permite sua invisibilidade aos olhos do igual nascido diferente. Justamente, nascido diferente, porque muito menor, no patamar econômico e cultural.

Essa é a descoberta da curiosidade finalizada com a leitura do livro de Eduardo Moreira, Travessia – de banqueiro a companheiro, editada pela editora Civilização Brasileira, em 2023. Ele narra a sua história de banqueiro que foi durante vinte anos, e a “conversão” dele, homem rico, aplicador competente de dinheiro grande para os outros e para si, e que depois, inquieto e insatisfeito, deixou-se arrastar pela vergonhosa desigualdade social do Brasil. E foi desse impasse, entre a vida confortável dele e a desconfortável, pela miséria, dos outros, que descobriu aos poucos, vencendo o sentimento de “traição”, que decidiu universalizar a consciência crítica do universo de brasileiros, ou das pessoas do mundo, fazendo da desigualdade social, em todas as suas facetas, ser combatida onde é que plantada estivesse.

Primeiro, estagiou num acampamento do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, “… esse movimento social surgido oficialmente em 1984 dentro do 1º Encontro Nacional de Trabalhadores Sem Terra, no Paraná. É importante observar que se trata do período da Ditadura Militar, um regime que aprofundou as desigualdades sociais no país”. Esse movimento que nossa “sociedade covarde” (segundo ele) não se cansa de apontar o dedo mentiroso de “movimento terrorista”, apesar da idade avançada dele, que já atinge 40 anos.

Descobriu o que já se chamava de “Gaza brasileira”, situada em Dourados, região rica explorada pelo agronegócio, lá no Mato Grosso do Sul, povoada de aldeias indígenas paupérrimas da etnia Guarani-Kaiowá, submetidas a verdadeiro genocídio pelos fazendeiros. Um exemplo vivo dessa realidade brutal é a história do garoto que perdeu a visão, porque os bandidos das terras limpas de gente atacaram aldeias, jogando até agrotóxicos nas moradias dos indígenas, que não são de alvenaria. Agora, dois governadores brasileiros foram a Israel para rápida convivência com o genocida moderno, e seguramente trazem a receita do extermínio final de população incômoda, separando, em nome da Ordem, os cadáveres da maioria, que são mulheres, dos cadáveres das minorias, que são os das crianças. Grande lição! Depois dessa viagem de aprendizado, que se cuide a população, especialmente a do litoral paulista. Afinal, o maior sucesso da empreitada-policial no litoral foi a do adulto, com seu irmão no quarto, quando os policiais entraram e atiraram. Declarando, ali, – os policiais – para a família, que eles apontaram uma arma, e por isso morreram. Talvez, os policiais tenham ficado surpresos com a fala da mãe desesperada, porque mãe fica assim sendo rica ou pobre, gritando que o filho era cego, não podia apontar arma alguma.

Tudo isso acontece quando a elite brasileira, herdeira do escravismo histórico, não conseguiu dele se libertar, nesse país generoso, no qual o que mais tem “são terras e mais terras, agriculturáveis, afora as que têm para serem recuperadas”. A estupidez do que ele qualifica como “sociedade covarde” tem sua coerência, pois essa sociedade quer só se armar, armar, xingar, xingar, nem identificando claramente o inimigo imaginário que é chamado de “comunismo”, que apesar da cantoria religiosa-política nunca aparece. Serve de ameaça.

A parte surpreendente do livro é a ligação de uma cooperativa do MST com o mercado financeiro, pois, juntos estudaram durante meses e implantaram juntos uma forma inusitada de fazer captação de dinheiro para fazer funcionar uma agroindústria, lá no Rio Grande do Sul, instalada na cooperativa do MST, desenvolvendo a agricultura familiar “que produz alimentos orgânicos e agroecológicos”, segundo o CEO do Grupo Gaia, João Paulo Pacífico, que encima seu posfácio com a seguinte frase “Chorei por causa do MST”. Afinal, quebrou tabus, sofreu pressão, mas se realizou nessa iniciativa histórica.

Nessa carta emocionada do banqueiro ele mostra como soube ouvir, soube se dar humanamente, soube sentir a importância da experiência que lhe foi trazida por Eduardo Moreira, revelando-lhe a própria e outra face de sua personalidade, simplesmente mais humana. E como estava feliz por isso!

Qualquer ataque ao MST, inclusive a recente CPI da Câmara Federal, que não deu em nada, fica absolutamente desmoralizado, pelo tempo de existência e agora pela experiência com o mercado financeiro.

E dessa rica experiência nasceu também a ideia de criar, no YouTube, o ICL – Instituto Conhecimento Liberta, um canal independente que noticia, faz críticas dos atos e fatos importantes do dia ou da semana. E seus projetos a começar do “Brasil de Verdade”, que já foi revelando o potencial criativo de nosso povo, e o desperdício dessa força de trabalho e de criação.

Esses projetos ditaram novas ideias, que reuniram técnicos, professores, inclusive universitários, em cursos e debates que traçam um caminho novo de paz, amor e liberdade.

Essa aproximação, entre a riqueza e a pobreza e entre pessoas que se dispõem ao diálogo honesto, descobre caminhos redentores da humanidade de cada um.

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Adversários Sempre. Inimigos Jamais.

18 segunda-feira mar 2024

Posted by Feres Sabino in blog

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Recentemente, morreu Welson Gasparini, com quem convivi, mais de perto, em nosso tempo de Diário de Notícias, jornal católico, na metade da década de 1950, quando seu Diretor era o Pe. Celso Ibson de Sylos, que fez daquele matutino um jornal dinâmico a favor das reformas de base e contrário ao golpe de 1964; e ainda sob a discreta presença do Arcebispo Dom Luís do Amaral Mousinho foi sempre um instrumento de formação e informação, sempre envolvido com questões políticas, sociais e culturais, em torno do qual circulou uma juventude inquieta e criadora.

Essa morte lembrou-me episódios significativos. O primeiro deles é o daquela noite em que o Diretor me pediu para redigir o texto da coluna “Vida Estudantil”, pois “o Welson não viria hoje”. Depois de redigi-lo e entregar-lhe, ele ligou muitos parágrafos à frase anterior, e me surpreendeu dizendo-me – “será o editorial de amanhã”. Até hoje, meus artigos guardam, acredito, a característica de editoriais.

Outra, já no primeiro ano da Faculdade de Direito, vim para Ribeirão, pegando carona com duas amigas, uma delas filha de família daqui; e à noite, religiosamente, na mesma sala do chefe, entra o Welson e logo pediu ao Celso para escrever alguma coisa sobre a Doutrina Social da Igreja, porque ele faria uma conferência, no sábado à noite, e ele queria se referir a ela. Meti-me na conversa sugerindo ao Welson que não falasse de doutrina alguma, falasse dele, de sua vida, de seus sonhos, da sua visão de mundo. E passou…

Na segunda-feira, voltava para São Paulo, com minhas amigas, naquela perua Kombi de propriedade de uma delas, e elas comentavam o que de importante haviam feito naquele final de semana.

Elas falaram, encantadas, que foram assistir a uma palestra na igreja Maria Goretti, lá na Vila Tibério, e ouviram um líder católico excepcional, comunicativo, sincero, humilde, que fez uma conferência baseada em sua vida, em suas esperanças e sonhos, em sua visão do mundo. Era o Welson Gasparini.

Esse fato anunciava o marco de uma vida política, que o fez quatro vezes prefeito de Ribeirão Preto, deputado estadual e deputado federal. Impressionou tanto aquelas jovens, que era fácil antever que teria sucesso luminoso no que começara.

Com aquele seu jeito simples, de comunicação fácil, radialista, ele, Welson, foi o inspirador de uma obra pioneira de sociologia do professor Divo Marino que escreveu sob o título “O Populismo Radiofônico”, depois que Welson já começara a deslizar no palco das vitórias políticas partidárias, atropelando, democraticamente, seus adversários. Soube ganhar, soube perder, quando perdeu.

Nossa cidade constitui uma fonte de irradiação de prestígio político, para toda a nossa região, e o menino nascido em Batatais soube honrar a cidade em que nasceu, e a cidade que o adotou como filho ilustre.

Desconheço na vida dele uma aresta ideológica que tenha qualificado um adversário político como inimigo.

Faz administrações com simplicidade administrativa, sem voos faraônicos, nem vertentes altíssimas e inovadoras, conduziu-se sempre com decoro, decência, como deve se conduzir um homem público. Foi o único na história política de Ribeirão Preto que elegeu seu sucessor.

Esse ato de fazer o sucessor é algo muito raro, em política, pois, sempre o que pode fazê-lo, ou não faz, ou disfarça que faz, porque o jogo é para fazer o companheiro dele não ser eleito, para que ele, titular, possa retornar. Welson não acolheu essa prática, e nem por isso deixou de ser tantas vezes Prefeito.

Agora, ele se afasta do palco da vida, deixa uma lembrança simpática, uma memória exemplar de político e chefe de família, filhos, dentre os quais um vereador, que tem o lastro de dignidade para prosseguir.

Se deixamos, nas paredes da vida, as nossas marcas digitais, os ledores desse enigma verão claramente que se trata de um radialista, jornalista, professor, político vitorioso, que durante décadas ocupou o destaque da estima popular.

Sempre fomos adversários, jamais inimigos, e tínhamos o que conversar, quando nos encontrávamos. Nosso último encontro foi no Fórum, quando da homenagem ao Ministro aposentando Sidnei Beneti. Ele, generosamente, me disse: “Você precisa continuar na política”, ao que respondi, rindo: “Welson, meu tempo também já passou…”.

A terra não será suficiente para esconder a memória de sua passagem, que terá sempre meu respeito, também o de seus contemporâneos.

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O cancelamento de Cristo

11 segunda-feira mar 2024

Posted by Feres Sabino in blog

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Ser politicamente de direita ou de esquerda deve ser absolutamente normal, pelo leque de ideias e de expectativas que povoam a sociedade.

O que realmente se deve esperar e até exigir das pessoas é que tenham espírito crítico, ou seja, olhem ou leiam, dialoguem, escutem, pensem comparando e julguem, o que hoje se torna mais difícil de desenvolver, por responsabilidade da tecnologia de comunicação, que se não oferece o prato pronto ao pesquisador, oferece uma linguagem redutora que incentiva mais o interesse do estar resolvido rapidamente, do que a inquietação por querer saber, aprofundar e explicar.

O panorama político local e mundial está abastecido por noções religiosas que nos conduzem da bíblia sagrada, de onde flui uma forma de compreensão dessa nova “forma de religião”.

E a palavra de João Cezar de Castro Rocha (Rio de Janeiro, 1965), historiador, pesquisador, escritor, nos remete ao ano de 2007, quando igrejas evangélicas e pentecostais nos Estados Unidos, com irradiação para outros países, afastaram a matriz teológica derivada do novo testamento, que é Cristo, fonte de compreensão, respeito, misericórdia, perdão, amor, para substituí-lo por outra, agora do velho testamento, encarnado no Rei Davi, que venceu Golias, que conquistou a mulher do soldado Urias, para fazê-lo general e mandá-lo para o front da guerra, para morrer, como morreu Davi, como comandante de exército, o vencedor de todas as batalhas.

Nasce dessa fonte sucessora da teologia da libertação a teologia do domínio, que invade o campo da política, caracterizado por ser argumentativo e debatedor. Agora é imposta uma forma de religião com suas regras e normas e apelos religiosos, que não olham e não veem a realidade criticamente. Inoculam na mente das pessoas o que é necessário para que elas não saibam ouvir, pensar criticamente e comparar, dominadas pelo clamar de púlpitos dogmáticos. Eles incutem nas pessoas incautas não só perigos inexistentes como compensação material paradisíaca, a prosperidade material libertadora.

A teologia da libertação, católica, partia da realidade, seus atos e seus fatos, para conscientizar as pessoas, fazendo-as sujeitos da história, na construção de um mundo mais justo. Ela foi perseguida na própria igreja católica. E aquele entusiasmo fervoroso, que nascera com o Concílio Vaticano II, e o Papa João XXIII, esfriou tanto que deu margem a outra teologia. Essa teologia da dominação, cuja força impositiva, às vezes com disfarçada violência, às vezes com violência visível, inoculando na consciência o vírus da intolerância e do ódio. É a teologia da prosperidade, que cancela a solidariedade para qualquer trabalho, definida somente pela individualidade meritória e única.

O discurso político vira, então, um misto-quente com o discurso religioso, com o qual até Tarcísio, o governador de São Paulo, em live recente se apresenta nesse papel de político-pastor.

Com essa alteração teológica, cuja inspiração fez passar do segundo para o primeiro testamento, a pregação da fé do amor em Cristo, sua tolerância, sua estima e respeito ao outro, seu cuidado com a dignidade da pessoa, elevada à categoria de valor universal, ocorre a substituição de Cristo pelo Rei Davi, o grande comandante de exércitos, fazendo nascer a teologia do domínio, da prosperidade, do indivíduo que dispensa a solidariedade.

Com o domínio como finalidade, qualquer barbaridade ganha foro de normalidade sob a força impiedosa dessa central espiritual. O verbo válido para essa pregação é o do impor, destruir em nome dessa espiritualidade infernal, que é fácil de explicar e fácil de adotar, pela funcionalidade com que ousa explicar as pessoas e as coisas do mundo.

Não é estranho, mas absolutamente razoável, que se tenha tal matriz espiritual para analisar o genocídio atual de Gaza, emoldurado recentemente pela matança de pessoas, mulheres, crianças e homens, que famintos – de madrugada – correram para retirar alimentos de caminhões, quando foram metralhados por soldados israelenses e seus tanques. É o reflexo da teoria e da educação do dominar.

Tão forte é essa teoria do absurdo, que o Ministro da Defesa de Israel declarou, quando entrevistado, ter achado “excelente” a operação-matança, na qual mulheres e crianças constituem a maioria dos cadáveres.

Se analisarmos, essa dicotomia bíblica, fria e honestamente, com a escolha do guerreiro Rei Davi, diante do que foi o governo Bolsonaro e seu legado, não se encontrará nenhum setor em que ele tenha construído algo de bom, tranquilo, já que atuou permanentemente como destruidor, diariamente difundindo o ódio. Como pregador do ódio, que dispensa prova da paternidade do golpe tentado, proclamou deslavadamente, durante quatro anos, o golpe às instituições, até armando os Centros de Tiro, para serem o exército paralelo do desmonte final do Estado Democrático.

Com essa “forma de religião” o discurso político, por natureza propositivo, crítico ou não, mas civilizado sempre, ganhou o desafio do ódio, da destruição do outro, do adversário convertido gratuitamente em inimigo.

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