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Feres Sabino

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Sessenta anos depois

21 segunda-feira jul 2025

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Sessenta anos depois, perguntam-me, de quando em vez, sobre nosso tempo universitário. Minha certeza é que aquela geração se preparava para assumir o país, para fazê-lo justo, soberano e democrático, pois, entre 1946 e 1964, desenvolvia-se um forte sentimento de nação.

Sua interrupção violenta foi o maior crime do golpe militar de 1964. Por conta disso, o afastamento compulsório e violento de seu curso normal fez com que se dispersasse a geração que aprendera a debater política, na sua cidade e no mundo, inicialmente como estudante secundário, e depois como estudante universitário.

Não era uma geração contaminada pela divindade do mercado. Os valores prevalecentes compunham uma utopia, que transpirava valores de ética, democracia, justiça, paz e soberania da pátria.

O mundo, no plano da política e da ideologia, estava dividido entre dois blocos, capitalismo e socialismo, enquanto a Igreja e alguns padres e militantes da ação católica acenavam com a doutrina social cristã como instrumento de transformação do mundo, sem violência.

Só que a Igreja da sindicalização rural, que concorria com os comunistas, depois a Igreja das comunidades de base, depois a Igreja da teologia da libertação, tudo era colocado pela força da estupidez no saco enorme do “pavor comunista”.

O conservadorismo, com seus privilégios, temia os comunistas, como capazes de uma revolução, e com isso o medo calculadamente alastrado de todo espírito crítico o colocava como inimigo da pátria. A lei da segurança nacional do período militar representava esse espírito odiento do adversário nacional convertido em inimigo, confusão igualmente propositada da extrema-direita de hoje.

Se a tentativa de golpe de 1961, com a oposição militar à posse de João Goulart, ficara adiada, para 64, graças à coragem cívica do governador Leonel Brizola e a mobilização popular, a verdade é que naquele período a tolerância democrática crescente envolveu a pregação das reformas de base, numa certeza equivocada que elevou a tensão do ambiente político nacional, pois, elas aconteceriam “na lei ou na marra”.

Mas a quebra da hierarquia militar, com a rebelião dos sargentos em Brasília e, depois, dos marinheiros no Rio, roeu, no interior dos quartéis, a posição dos militares nacionalistas, que perderam a eficácia de seus argumentos, favorecendo os golpistas.

A figura de João Goulart, que sempre fizera a política de conciliação, começou a ser criticada até pelas forças que o apoiavam, tomadas pela certeza equivocada das reformas de base na lei ou na marra. Os fatos cresceram e o Presidente não pode coordená-los, já que ficaram maiores do que ele e seu governo. Quando perguntado sobre seu dispositivo militar, viu que ele estava prestes a ruir.

Deixou Brasília rumo a Porto Alegre, quando o Congresso Nacional, em ato de covardia histórica, declarou a vacância da Presidência. Uma vergonha, costurada recentemente, para restaurar a dignidade de nossa representação popular.

No exílio, Jango pensava em seu retorno à pátria, não compreendendo a humilhação com que o regime militar o tratava, até lhe negando passaporte. Para não dizer das ameaças telefônicas, a ele e à família, depois que na reunião de militares do Cone Sul decidiu-se assassinar líderes políticos, para que não pudessem – quem sabe! – voltar aos cargos de mando. Esperava-se a mudança da política externa dos Estados Unidos, com a vitória de Jimmy Carter, como vitorioso ele o foi. Ele recebeu Brizola naquele país pelo tempo definido pelo exilado político.

Jango morreu no exílio, e seu enterro foi autorizado pelo governo militar, mas com uma condição estúpida: desde a fronteira entre Brasil e Argentina, o féretro, que se dirigiria a São Borja, deveria passar em alta velocidade. Aquela cidade riograndense recebeu, como última morada, seus filhos ilustres e patriotas, Getúlio Dornelles Vargas (São Borja, 19/4/1882 – Rio de Janeiro 24/8/1954), o construtor do Estado moderno brasileiro, João Belchior Marques Goulart, o Jango (São Borja, 1/3/1919 – Mercedes, 6/12/1976) e Leonel de Moura Brizola (Cruzinha, 22/1/1922 – Rio de Janeiro, 21/6/2004) que morreram alimentando um espírito de nação, deixando um patrimônio de civismo e decência, com a bandeira da soberania, da liberdade e da democracia hasteada na história política e social da pátria.

Procurou-se vestígio de assassinato na morte de Jango. Mas voz amiga dele acredita que a hipótese de assassinato se tomou difícil, já que a saúde dele estava precarizada. Mas não fica excluída de todo essa hipótese de assassinato, cuja dúvida atroz envolve a morte de Juscelino Kubitschek de Oliveira (Diamantina, 12/9/1902 – Resende, 22/8/1976), humilhado pelos militares que até lhe negaram financiamento para cirurgia na próstata.

Quando, hoje, fica estampado no palco político do Brasil, a maioria parlamentar da escumalha ética, vergonhosamente entreguista, traidora, é bom que os brasileiros decentes da atualidade, independente da ideologia que professam, não se esqueçam daqueles que estão no panteão da pátria.

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Qual a idade da estupidez?

14 segunda-feira jul 2025

Posted by Feres Sabino in blog

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O tempo dos impérios guarda semelhança com o tempo de vida de muitas pessoas. Eles nascem, crescem, envelhecem e morrem.

A consciência dessa realidade não ficou disseminada no povo norte-americano, antes das eleições do atual Presidente, que com sua opositora, não discutiram os problemas reais da população. Por exemplo, a vocação permanentemente guerreira de seu país, o empobrecimento de sua população, a decadência emergente, no discurso presidencial, dizendo-se restaurador da grandeza perdida, ignorou os tentáculos dispendiosos de seu complexo militar-empresarial, o sangue de sete guerras perdidas e a extravagância dispendiosa de mais de setecentas bases militares, esparramadas pelo mundo.

E o império norte-americano ainda não estrebucha, mas está no caminho reto para colapsar suas forças expansionistas de hegemonia em perigo. E quando se chega a um ponto, como o atual, em que se desperta para essa realidade inaceitável, o poder decadente insurge-se, ameaçando tudo que se desenha como alternativa de nova ordem mundial. No prenúncio dessa vertigem, sempre há enrijecimento das políticas, local e internacional, tornando-as discriminatórias, perseguidoras, violentas, ameaçadoras, com forte implemento da militarização.

O colapso de qualquer império, assim como será o norte-americano e qualquer outro, não acontece de repente, como a morte de uma pessoa, que pode acontecer depois de meses, anos, enquanto um império hegemônico pode durar séculos.

Foi assim com o Império Otomano, foi assim com o Império colonial da Inglaterra, foi assim com o Império colonial francês, que vivem com a criação necessária de um inimigo, em razão do que mataram à vontade para se manter, como todo império, sempre dividindo para imperar. Não só matam, como fabricam divisões, rupturas, derrubam países, conspiram e afastam governos legítimos, especialmente quando querem mais e mais energia, mais e mais petróleo, mais e mais riquezas minerais.

O império enquanto dura precisa propagar uma justificação política de sua existência e sua permanência, para que a maioria do povo o aceite. A palavra mágica para todo o império é a palavra democracia. Na guerra do Iraque, o império norte-americano dizia que libertaria o povo do Iraque daquele sanguinário, em nome dos direitos humanos. Era tudo mentira. O problema era “roubar” o petróleo. Um dia foi o comunismo, ele acabou na Rússia, por exemplo, mas a narrativa anterior de ódio prevalece nas lideranças incapazes da Europa.

A narrativa do império hegemônico na economia, na cultura, na educação, é tão poderosa que o país colonizado a introjeta, sendo assumido por um espírito de vira-lata, que tantos se entregam ao domínio espiritual do poder hegemônico. Exemplo clássico e atual é dado por deputado federal, licenciado, que viaja para a sede do centro do poder para trair vergonhosamente sua pátria. Ou do governador, diante do ataque à dignidade e à soberania do país, que aconselha o Poder Judiciário a soltar o inelegível para ele tratar da taxação absurda contra o Brasil. É o caso de aconselhá-lo a dormir e andar diariamente com aquele revelador boné da campanha do desordeiro mundial. Afinal, existe outra atitude de despreparo infanto-juvenil.

O que acontece hoje, no mundo e no Brasil, surpreende pelo nível de estupidez como o imperador do império norte-americano age. E pior do que ele é a escumalha ética de deputados e governadores, que se ajoelham a interesses mesquinhos, solidarizando-se com ele, esquecendo da dignidade da pátria e do respectivo cargo, da soberania do país, da dignidade do Poder Judiciário e das Instituições brasileiras. A personalidade quase histriônica do líder, cujas opiniões variam como as nuvens, serve de exemplo a traidores, como ele, que traiu seus eleitores, as regras de convivência, interna e internacional, o tratado de livre comércio, como o da Coreia do Sul. Para ele, o Brasil é um quintal e a escumalha da política brasileira bate palmas, prestigia, quer tirar fotografia, usar boné de campanha dele, delatar mentiras sobre mentiras.

Se antes fora eleito Presidente, agora ele se diz Imperador do Mundo. Oficialmente já foi dito, lá por eles, que o Brasil é o “quintal” desse poderio hegemônico. A escumalha ética e política brasileira, situada na extrema-direita, bate palmas, gosta, pede taxação para tentar comprar a liberdade de um criminoso, frouxo e inelegível.

Não está descartado o início apressado de uma senilidade, que avança na similitude daquela história de um sanatório de doentes mentais, no qual um dos pacientes se dizia ser Napoleão Bonaparte.

Qual a idade da estupidez?

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O infeliz Hugo Motta

07 segunda-feira jul 2025

Posted by Feres Sabino in blog

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Se o Estado sionista, dono de arsenal atômico, atacou sem pré-aviso o país que tem o compromisso de não ter armas atômicas, se Trump atacou, violando igualmente as regras internacionais, como violou até a lei interna que estabelece ser o seu Congresso o órgão competente para declarar a guerra, aqui no Brasil o Presidente da Câmara Federal Hugo Motta resolveu, em estilo semelhante, criar mais um problema constitucional com o Poder Executivo, muito menos por causa do lema “quem tem mais paga mais, quem tem menos paga menos imposto”, princípio implícito da nossa Constituição. Aliás, essa ideia está ligada à progressividade tributária no Brasil — princípio que determina que quem ganha mais deve pagar mais impostos — não alcança as camadas de renda mais altas, como mostra o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem ganha mais acaba pagando proporcionalmente menos impostos, e essa diferença aumenta quando a renda atinge R$ 1 milhão por ano.

Na verdade, não interessa ao Brasil sua diversidade, suas diferenças, suas florestas e suas águas, o problema é desgastar o governo-Lula, para inviabilizá-lo como candidato à reeleição, gritando contra a realidade dos números, que o governo vai mal, gasta muito, mas ninguém explica claramente onde está gastando muito, como estão os números sociais. A propósito, a manchete do jornal Valor, do dia 3 de julho “Maioria dos objetivos do Plano Plurianual supera 80% das metas”, e o Plano Plurianual (PPA) é instrumento de planejamento para quatro anos, e fixa diretrizes, objetivos e metas da administração pública para aquele período. Ele fixa onde o governo gastará o dinheiro com as prioridades escolhidas.

Incrível foi o espaço televisivo da Globo, propagando que o PT teria organizado os players da comunicação independente e digital, para defender a política deles contra nós, que seria estabelecida pela cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Acontece que esse tributo federal é aplicado sobre uma série de operações financeiras, como câmbio, crédito e seguros, para empresas que utilizam cartões corporativos ou fazem operações internacionais.

Na verdade, quem cria essa narrativa, aprofundando critérios de divisão ideológica e política são os órgãos de comunicação da mídia tradicional, que politicamente têm lado na direita ou extrema-direita, e que preparam o governador de São Paulo, mas com o bonezinho do Trump e com a experiência trazida da viagem a Israel, essa fonte da barbárie e da morte, para assumir a condição de candidato a Presidente.

O Brasil, nessa fase de sua história, viu acender aos cargos públicos verdadeira escumalha, sinônimo de ralé, o que faz da maioria do Congresso Nacional a pior representação popular que jamais tivemos.

Esse aumento de percentual no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incidiria sobre a movimentação de grandes capitais, e os fazedores de opinião, ao invés de repetirem simplesmente o óbvio de que “quem ganha mais paga mais imposto, quem ganha menos paga menos”, deliberada e calculadamente geram a narrativa da guerra “entre ricos e pobres” utilizando a narrativa deslavada da mentira e da inverdade.

Assim está claro, para quem simplesmente é decente, sem comprometer sua postura político-partidária, que a responsabilidade da propaganda da guerra irreal e mentirosa pertence aos formadores de opinião, que a deformam. A opinião pública já viu o tamanho nanico de ética e de moral pública do Presidente da Câmara dos Deputados, que quer fazer comício até contra a Constituição, que o faz jejuno de nossa Lei Maior.

A extrema-direita fala que o governo gasta muito, mas não diz onde e porque gasta, o verbo gastar ficando sem essa explicação fica fácil na circulação da mentira.

A extrema-direita, que não quer taxação de dividendos, nem dos bancos bilionários, é usufrutuária majoritária de tantas emendas que amamentam a escumalha da representação popular com os bilhões das emendas parlamentares, que é uma imoralidade que só serve à corrupção, além de perverter o sistema eleitoral subsidiando os atuais parlamentares, que querem ficar onde estão como servidores deles mesmos.

Se por qualquer razão eles atacam o Supremo Tribunal Federal e o Lula, imaginemos o temor crescente de que a Polícia Federal continue desventrando, descobrindo, apontando os nomes dessa quadrilha, que se une ainda mais para fazer ameaças aos Ministros, pretendendo encurralar o Presidente da República para fazer o que não é da sua alçada, pedir ao Supremo, particularmente ao Ministro Dino, para parar com essa brincadeira de mal gosto que é essa de exigir moralidade, imparcialidade, transparências, verbos que para eles representam verdadeiros estorvos.

O Presidente da Câmara, que repete, com fingida devoção, a tal guerra fictícia de ricos contra pobres, constituiu-se em apoio fundamental para a escumalha majoritária aumentar desnecessariamente o número dos deputados. A cidadania consciente se pergunta: será que as Instituições brasileiras já se tornaram só uma frente de trabalho?

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