• Biografia

Feres Sabino

~ advogado

Feres Sabino

Arquivos do Autor: Feres Sabino

A gripezinha que é a mamãe da CPI

14 sexta-feira maio 2021

Posted by Feres Sabino in blog

≈ Deixe um comentário

O Brasil é um imenso mercado consumidor, e os laboratórios nos procurarão para vender as vacinas. Esse foi mesmo o raciocínio e o discurso de nosso presidente para justificar a inércia do governo, quando a desgraça do vírus já atingia números alarmantes de morte e de dor. Ele não percebeu que o mercado da vacina obrigatória é mundial, que o mundo todo precisa dela, porque a crise sanitária é mundial, e que haveria, obviamente, falta de vacinas.

Mas o ensaboado ministro da saúde, na CPI, explicou que a vacina não foi comprada porque a Anvisa não a tinha aprovado. Ora, a questão não é essa, senhor ministro. Na verdade, trata-se da qualidade do negociador da compra. Se a pessoa for do quadro do Itamaraty, historicamente democrático, ela saberá negociar. E, como ela estudou, ela sabe que, juridicamente, a reserva da vacina poderia ter sido feita, sob a condição da aprovação da Anvisa, se já não estivesse aprovada por agência estrangeira de igual finalidade. Com isso, o Brasil, seguramente, não ficaria com o olhar de paisagem, sem vacinas, ou teria maior número delas, porque estaria em lugar privilegiado na fila de sua reserva.

Sem dúvidas, cabe um esclarecimento, e assim ele é feito: – quem tiver alma de chipanzé não pode ingressar em nenhuma relação internacional, especialmente de compra e venda, porque quebrará todos os vidros, claro, das vacinas, onde quer que eles estejam. E ainda com a ressalva de que, no ano passado, a protuberância na área internacional era daquele chanceler, cuja cabeça pertence à idade média, e cuja brilhante inteligência está apavorada com fantasmas de movimentos revolucionários da metade do século XIX, tremendo só de pensar na revolução russa de 1918, apesar de a Rússia, ainda poderosa, ter tido seu espaço geográfico-espacial despedaçado. Hoje, ele está recolhido na área apropriada do serpentário do Palácio do Planalto, na qual a fabriqueta do ódio está instalada, como gabinete.

Se cada declaração oficial consagra percepção nanica da realidade gravíssima do país e do mundo, seguramente, acontece no contexto de uma atuação incrivelmente incompetente do governo. Reforçada pelo formidável e inadequado, quando não dissimulado, ataque à China, justamente nosso maior parceiro comercial e fornecedor não de agora, mas de muito antes, e com a Índia, de insumos para muitos remédios.

O Brasil, devagarinho, toma consciência da intensidade e do tamanho do erro cometido na última eleição presidencial, quando a vitória inédita ocorreu por força do silêncio do candidato, que não se dispôs, como ainda não se dispõe, ao debate democrático, que é o que mais necessita o Brasil de ontem, de hoje e de amanhã.

Se o silêncio, ajudado por lamentado e lamentável atentado à sua vida, foi a marca pessoal do candidato presidencial, que durante trinta anos foi eleito pelo voto eletrônico, não nos esqueçamos da massificação da mentira e do ódio das redes sociais, que deixou o rescaldo do chamado “gabinete do ódio”, e que os ajudou na campanha.

Ora, diante dessa realidade que nos trouxe o rebotalho político à cena nacional, quando o ministro da defesa aconselha, com aquele ar de ameaça dissimulada, que se deve respeitar o programa que saiu vitorioso das urnas, nossa perplexidade interroga – Mas qual programa? É uma fala oca daquilo que é o que mais se precisa na vida pública e privada: a verdade. O programa ora em curso é o de vender, por preço de banana, o patrimônio do povo brasileiro. E com o beneplácito de tal autoridade? Estado fraco não terá exército forte, e o Brasil é territorialmente imenso. Exército forte mantido por potência estrangeira confunde-se com exército de ocupação. O Estado do Brasil precisa ser forte e democrático.

Mas a mentalidade atacante contra o Supremo Tribunal Federal, que teria sido o culpado pela inércia do governo, em face de sua decisão sobre prefeitos e governadores no resguardo da autonomia federativa, seguramente, representa a incompetência ou a má-fé de um governo incapaz, já que o Tribunal Constitucional declarou o que está escrito na Constituição, e que o presidente tantas vezes jurou, nas sequentes posses como vereador e deputado, e que tantas e sequentes vezes violou sem guardar, nem mesmo, o pudor da aparência.

Acontece o que deveria ter acontecido, até antes. A Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a Covid-19 emerge porque é da responsabilidade do Governo Federal a coordenação das políticas públicas, especialmente em época de crise sanitária, e elas não foram efetivadas, primeiro pelo negacionismo infantojuvenil da propalada gripezinha, com a consequente ausência de Coordenação Nacional, não havendo levantamento real dos recursos materiais e humanos disponíveis de forma centralizada, o que impossibilita o planejamento coordenado entre União, estados e municípios, com a sabotagem oficial da orientação científica. E, com um gravame, já que a simbologia do cargo transmite imitação, e o presidente se esmera em desqualificar as regras restritivas, recomendadas mundialmente, não promovendo publicidade intensa sobre a necessidade da vacina, da máscara e do isolamento, um figurino usual para o mundo todo. Tal atitude comprometeu aquilo em que o Brasil foi exemplar, na construção de excelência do sistema de vacinação nacional das outras vacinas, via SUS.

O país vive um tempo inimaginável, por ter inclusive um presidente que conversa ameaçando, como fez com o governo de Alagoas, que não se dobrou. Foi ameaçado com investigação da Polícia Federal, agora instrumentalizada como meio de vingança política? O governador é filho do relator da CPI. Fora a inefável e frequente contribuição do palavrão ao discurso político, à falta de vocabulário apropriado.

Os governistas da CPI querem esvaziar a incúria, a negligência, a irresponsabilidade do presidente da República, como curandeiro, receitando cloroquina, e com a ordem dada ao Exército para compra volumosa do produto de ineficácia médico-científica. Cloroquina tem efeitos colaterais, diz a ciência.

Lá na CPI, o senador, médico e professor universitário, deu lição singela. Ele disse que todo papelório trazido para glorificar a cloroquina não pode substituir a ciência, porque o consumo da cloroquina, em determinado estágio, poderia perfeitamente ser substituído por um copo de água, que serve como eventual cura, e sem efeitos colaterais.

O presidente da República, que está apavorado com a CPI do Senado Federal, não pode se esquecer do Tribunal Penal Internacional, pois sua atuação pode até ampliar o conceito jurídico de genocídio. Por violação dos direitos humanos já existe motivo de processo com a garantia do direito de defesa ampla, que é um direito humano.

A “gripezinha” descoberta pelo presidente é um vírus político que o contaminou, e que agora desfila na CPI como prostituta barata.

Compartilhar:

  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Curtir Carregando...

Ave, inteligência!

03 segunda-feira maio 2021

Posted by Feres Sabino in blog

≈ 1 comentário

Acontece, seguramente acontece, a leitura antecipada de críticos literários e/ou pesquisadores sobre determinada obra literária, filosófica ou científica, objetivando criteriosa preparação para a leitura de seu original. A certeza com esse cuidado antecipado é a do ingresso, de imediato, nas entranhas daquilo que se pretende conhecer, auferindo-se muito, jamais tudo, do livro ou da obra posta como um marco na história do pensamento. Se classificado como clássico, certamente, ele se desvenda mais e mais a cada leitura.

Essa é a sensação, lendo esse precioso livro editado pelo Migalhas, sobre Euclides da Cunha: Releituras de um clássico, de autoria do ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sidnei Beneti. Como estudante do Instituto de Educação Otoniel Mota, de Ribeirão Preto, antigo “Gimnasio do Estado”, e animado pela inesquecível professora Florianete Guimarães, Beneti foi seduzido pelo pensamento escondido pelo estilo, pela gramática, pelo palavreado, quantas vezes exigente de dicionário, pela sonoridade das frases de Os sertões. Recheado de intuições euclidianas, essa obra abre as portas à prolongada construção da sociologia e das ciências sociais em nosso país, as quais, até hoje, não conseguiram se livrar do passivo social da escravidão, muito menos do grande equívoco da guerra de Canudos (nov./1895 a out./1897), acontecido no semiárido baiano, “o maior escândalo da história do país”, no dizer de Euclides. Nossas elites deliraram, à época, pensando que a razão política da suposta insurgência daqueles miseráveis era a defesa da Monarquia derrotada pela proclamação da República, quando, na verdade, a aglomeração em torno do carismático Antônio Conselheiro era a entrega do corpo e da alma na crença compensatória da paz e justiça no Paraíso porvindouro.

O nosso ministro Sidnei Beneti apresenta uma riqueza incomum, nos seus textos, e maior à medida que seu tempo histórico avança. Está ela na sequência infindável de autores, desde a antiguidade greco-romana, passando por autores estrangeiros e nacionais, numa narrativa fluente em que as citações e comparações ocupam a linha natural que denuncia o humanismo acumulado, integrado e assumido na alma, projetando-se como prova de saber. Evidente que seu domínio de várias línguas (alemão, inglês, francês, espanhol e a leitura do latim) abriram seu espírito para exercitar sua profissão de magistrado com altivez, grandeza moral e humildade, como fizeram dele o primoroso estudioso de Euclides da Cunha e da literatura universal.

É exemplar o fato da inteligência e da sensibilidade do jovem Beneti terem se imantado nessa “bíblia do nacionalismo” (no dizer de José Bonifácio), com fervor igual em toda sua vida ao espírito desse autor, cuja obra não envelhece (“o renovar-se de um clássico”), e que traz, apesar de sua idade mais do que centenária, a esquadria do drama social e político do Brasil, que se estende no espaço e no tempo.

Seguramente, o modelo da exploração é atualizado pela realidade de nossas favelas, nos subúrbios de nossas capitais e na visão transversa de nossas elites, que levam ao desespero e à indignação de nosso povo, fabricando repentinamente um suposto “mito”, um Conselheiro, ou mesmo um curandeiro, que recomenda cloroquina e tratamento precoce diante da calamidade da covid-19, e que não organizou a coordenação nacional nem mesmo planejou a compra de vacinas para prevenir o estrago sanitário, dedicando-se a desestruturar a estrutura do Estado brasileiro com o desemprego crescente e a miséria aumentando seus tentáculos. Ele também contribui para desmoralizar o nosso exemplar sistema nacional de vacinação, que era até então exemplar.

Quando o caricato Conselheiro da atualidade se sente inseguro, ele invoca o livro sagrado, comunica-se com os crentes em preconceitos, escolhe um fantoche como objeto de ataque, elege-o como se fosse um inimigo real, e larga nele a verborragia do ódio e da guerra, invocando as armas, sempre as armas, no seu estribilho de morte de pessoas e instituições. Lá, no antigamente, os crentes entregavam o corpo, a alma e os pertences, usufruindo da produção coletiva. Atualmente, está se plantando um “salve-se quem puder” para os crentes e não crentes, num Brasil isolado, como se fosse inimigo do mundo.

O Brasil continua hoje, mais gravemente, batendo a cabeça nas paredes da história à procura de sua identidade. É a maldição de Canudos, porque foi um crime, no dizer de Euclides.

Ave, Sidnei Beneti!

Compartilhar:

  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Curtir Carregando...

Dois oradores

14 quarta-feira abr 2021

Posted by Feres Sabino in blog

≈ Deixe um comentário

Em 1961, na antevéspera da renúncia de Jânio, Carlos Lacerda[1], governador da Guanabara e excepcional tribuno, apelidado de “Corvo”, pois pregador dos golpes mais recentes daquele período, estava no auditório do Canal 9, da Capital de São Paulo, enquanto, na plateia, a turma da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco recepcionava-o gritando: “Corvo, Corvo, Corvo”; ao que ele lhes respondia pelo microfone: “Venham, venham, venham, analfabetos da democracia, aprender o ABC da Liberdade”.

Carlos Lacerda foi a voz de acusação virulenta contra Getúlio e na tragédia da Rua Toneleiros, em que morreu o major Vaz, da Aeronáutica, atingido por uma bala, que pode ter sido do revólver do próprio Lacerda, dúvida jamais desfeita, visto que ele sempre se recusou a entregá-lo à perícia criminal. Assim foi virulento também com Juscelino, Jânio, Jango.

Depois de ser o pregador do golpe de 1964, esperando a gratidão dos militares, foi cassado, tendo depois procurado seus adversários, no exílio, para que formassem uma Frente Ampla contra o governo militar. Foi ao Uruguai para falar com Jango, a Paris, falar com Juscelino. Ela não prosperou, Brizola a impugnou.

Mas, indiscutivelmente, Lacerda era um excepcional orador, que da tribuna confrontou brilhantemente com o baiano Vieira de Melo e com o amazonense-paulista Almino Affonso.

Na seleta de seus Discursos Parlamentares (editora Nova Fronteira) está registrada à singela declaração de voto, proferido na sessão de 22 de abril de 1957, em nome da União Democrática Nacional (UDN), no projeto de lei de autoria do deputado paulista Rogê Ferreira, que doou o prédio situado à Praia do Flamengo, nº 132, no Rio de Janeiro, à União Nacional de Estudantes (UNE).  E, considerando o que historicamente aconteceu com essa sede, escutemos o que está escrito em tal declaração de voto:

“A União Nacional dos Estudantes, vanguarda que tem sido, esclarecida e entusiasta das grandes causas cívicas nacionais, foi, sem dúvida, a pioneira da posição do Brasil ao lado da causa aliada na Segunda Guerra Mundial”.

Foi esse imenso patrimônio imaterial que o Golpe de 1º de abril de 1964 destruiu, com o fogaréu incentivado pelos seus sequazes.

Ainda assim era um retórico excepcional.

De outro lado, e atualmente no cenário sociopolítico institucional, está o brilhante verbo de Ciro Gomes, analisando desde o primeiro momento o desgoverno implantado no país, que não conseguiu formular uma só medida para possibilitar uma maior receita pública, capacidade de investimento público, parceiro eventual do investimento privado. De país soberano preferiu oferecer-se como vassalo à potência estrangeira. Seu isolamento internacional iniciado, lá traz, com a queimada da Amazônia e o enfraquecimento dos órgãos de fiscalização, entremeado com afronta à mulher do governante francês, para ficarmos só nisso como exemplo, repousa agora na vergonha crescente da crise sanitária, transformando rapidamente o país num objeto ora de chacota, ora de lamentação, ora de perplexidade internacional.

Ciro Gomes[2], incansavelmente, é vigoroso e firme em colocar o bisturi nessa vergonha aética e antinacional, praticada impunemente pela liderança de nosso presidente-curandeiro, que já cometeu tantas violações contra a Constituição, jurada pelo seu cumprimento formal da investidura do cargo, testando a resistência das instituições democráticas diante da ousadia furiosa da vocação autoritária ou fascista.

Ciro, diferentemente de Lacerda, conhece o Brasil, estudioso de história e economia, tem visão geopolítica e traz consigo a experiência administrativa de prefeito, governador, Ministro da Fazenda, deputado. Diferentemente, avança e circula pelo diagnóstico da grave situação econômica, sanitária e institucional do país, e diferentemente apresenta à discussão democrática as vertentes para que o país saia dessa situação que ninguém, honestamente, pode acreditar que nela entramos pelo voto livre, ainda que o povo estivesse indignado, revoltado como estava. Realidade inconcebível! Mas realidade.

Seu livro Projeto nacional: o dever da esperança é o último, mas não é o único, a trazer sua contribuição extraordinária à reflexão, que precisa ser feita de maneira coletiva para que uma consciência organizada sem ódio e preconceitos, e sem a distância de qualquer força de representação social possa articular a teoria e a prática do Brasil soberano, livre e democrático, a caminho para sua redenção.

Sua pregação didática continua a vertente trabalhista de Getúlio Vargas, atualizando-a pela força da realidade dos tempos atuais, interna e externamente.

Ciro Gomes é um grande e competente orador; Carlos Lacerda era um grande e competente orador. Ambos com força persuasiva pregados na cultura política de seu tempo. Ciro voltado ao compromisso com as forças plurais da democracia real a ser criada; Lacerda compromissado com as forças conservadores do liberalismo formal, que desde a década de 1950 se dedicou à derrubada de presidentes eleitos pelo voto popular.


[1] Carlos Frederico Werneck de Lacerda. Vassouras (RJ), 30 abr. 1914; Rio de Janeiro (RJ), 26 maio 1977.

[2] Ciro Ferreira Gomes, Pindamonhangaba (SP), 6 out. 1957.

Compartilhar:

  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Curtir Carregando...
← Posts mais Antigos
Posts mais Recentes →

Posts recentes

  • O nome dele é Fernando Haddad
  • Da hipocrisia ao ataque traiçoeiro
  • O humanismo de David Grossman
  • Banco Master – A sua rede política de proteção
  • O Melhor da Vida

Arquivos

  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • outubro 2015
  • setembro 2015
  • agosto 2015
  • julho 2015
  • junho 2015
  • maio 2015
  • abril 2015
  • março 2015
  • fevereiro 2015
  • dezembro 2014
  • julho 2014
  • junho 2014
  • maio 2014
  • abril 2014
  • março 2014
  • dezembro 2013
  • novembro 2013
  • setembro 2013
  • agosto 2013
  • julho 2013
  • junho 2013
  • maio 2013
  • março 2013
  • fevereiro 2013
  • janeiro 2013
  • agosto 2012
  • junho 2012

Categorias

  • blog

Meta

  • Criar conta
  • Fazer login
  • Feed de posts
  • Feed de comentários
  • WordPress.com

Blog no WordPress.com.

  • Assinar Assinado
    • Feres Sabino
    • Junte-se a 58 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • Feres Sabino
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Denunciar este conteúdo
    • Visualizar site no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra
%d