• Biografia

Feres Sabino

~ advogado

Feres Sabino

Arquivos de Categoria: blog

O enigma do Rio de Janeiro

10 segunda-feira jun 2024

Posted by Feres Sabino in blog

≈ 1 comentário

O então governador Leonel Brizola sempre dizia que o Rio de Janeiro não produzia armas e nem drogas. Elas entravam pelas fronteiras e pelo mar, cuja responsabilidade era das Forças Armadas. É dele também a ordem para que a polícia militar, nas favelas, tratasse o pobre como tratavam os ricos, ou seja, invasão da casa só com mandado judicial.

Só em 6 de novembro de 2023, com duração até 3 de maio 2024, o Presidente Lula autorizou operação coordenada das três armas, com 3.700 militares para fiscalizar e vigiar portos e aeroportos do Rio de Janeiro e São Paulo, Santos, Guarulhos e Galeão, e Lago de Itaipu. Anunciou também a criação de um comitê de ações integradas da segurança pública.

Felizmente, A Aeronáutica, do Exército e da Marinha passaram a atuar em ações de combate à criminalidade nesses locais. Os ministros da Justiça, e o da Defesa, apresentarão plano de modernização de atuação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal, Exército, Aeronáutica e Marinha, visando melhorar a atuação em portos, aeroportos e fronteiras.

Depois de tanto tempo, lê-se uma providência efetiva, em termos de segurança pública, apesar do curto prazo de sua duração. Mas, honestamente, serve de ponto de referência para um avanço maior, como é necessário que aconteça.

Não há dúvida mais de que o Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa do Brasil, está há muito tempo assaltado pela bandidagem. Há bairros inteiros submetidos à violência de milícias, que exigem taxas da população sobre o consumo do gás, do transporte, do funcionamento do comércio, de loteamentos clandestinos e construções de prédios que desmoronam, e que foram construídos por conta de “rachadinhas” de políticos corruptos. É uma vergonha nacional.

Muitos governadores não resistiram ao assédio permanente do dinheiro fácil e foram cassados, quando houve confluência de interesses, entre a parte boa e a parte podre deles.

De qualquer forma, a bandidagem tem representante em muitos escalões do Estado, como revela a investigação da morte da vereadora Marielle e seu motorista, investigação boicotada, frustrada, e recuperada em seu rumo pela Polícia Federal. Mas durante anos, houve troca de delegados, troca de promotores, contratação de advogado e investigadores para desviarem a investigação.

O Rio de Janeiro é uma cidade que reúne em seu território guarnições significativas das nossas Forças Armadas. Assim o Exército, assim a Marinha e assim a Aeronáutica. As três armas possuem seu setor de inteligência. Temos o setor de inteligência da Marinha, o setor de inteligência da Aeronáutica, o setor de inteligência do Exército. Creio ter cada uma um setor de polícia. Ainda temos a inteligência da polícia civil e a da militar. Há exagero de inteligência desperdiçada. Por isso não é possível a bandidagem passar ao largo de uma, ao largo de outra, ao largo de outra, sem que seja percebida por nenhuma, ou que seja ignorada por todas, apesar da desfaçatez pública com que a bandidagem se apresenta. É justamente sobre o setor de inteligência que a Agência Pública veicula agora, em seu site o que nos envergonha ainda mais: “A AGÊNCIA Pública descobriu que informes, relatórios e outros documentos de inteligência, produzidos pelos interventores militares, no Rio de Janeiro em 2018, não existem nos arquivos públicos, e que nem mesmo as autoridades parecem saber totalmente o que foi descoberto à época”. Fica a pergunta ainda sem resposta; “…o que os militares descobriram sobre esse crime (Marielle), sobre grupos milicianos e sobre outras facções criminosas que operam no estado?”.

Onde está realmente a inteligência de nossos setores civis e militares que não chegam a lugar algum nessa violência que pode ser equiparada a uma guerra civil oculta? Não é preciso dizer que necessitamos de militares e de suas instituições, fortes o suficiente, não para dar golpe nelas, mas para defender a democracia, a longa fronteira seca do Brasil, nosso mar, nossos rios e florestas, nossa segurança.

Para isso procura-se um brasileiro, militar ou civil, competente, honesto, democrata e patriota, consciente, com grupo organizado, preparado ética, moral e tecnicamente para enfrentar efetivamente essa bandidagem, que ofende os principais elementares da convivência social, agride a legitimidade de nossas instituições, ofende a solidariedade federativa e a soberania nacional.

Tantos militares se dedicam tanto a combater o que não existe como o “comunismo”, aliás já está até fora de moda, que a reaquisição da racionalidade, somada ao aprofundamento da realidade local e nacional, poderia dar um sentido de força à democracia, que tantos ameaçam, aproveitando-se dos direitos e vantagens que ela própria, democracia, lhes destinam.

E existe a prática do boicote da política de segurança pública para, desta vez, não dar ao Presidente Lula, hoje cercado politicamente pela extrema-direita, o crédito de que sua política representa a racionalidade dos racionais e com sucesso.

O Rio de Janeiro oferece verdadeiro enigma, com a paralização de instituições que dizem não ser delas a competência constitucional para tal atuação, quando a legitimidade de todas está sendo corroída, diariamente e há anos.

O Rio de Janeiro tem o mérito negativo, ou melhor, demérito histórico de ter exportado sua violência, até o centro do poder político brasileiro.

Compartilhar:

  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Email a link to a friend(abre em nova janela) E-mail
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Curtir Carregando...

A guerra vencida, mas que continua

03 segunda-feira jun 2024

Posted by Feres Sabino in blog

≈ Deixe um comentário

Quando o Estado de Israel e o Estado Palestino foram criados em 1947, os palestinos não tinham, perante a comunidade internacional, um perfil de nacionalidade exuberante, como povo, assim, seus pensadores, seus artistas não tinham uma exibição pública forte e eficaz. Ao contrário dos sionistas, organizados a partir do final do século 19, que apresentam ao mundo a gama admirável de judeus festejados pelos prêmios Nobel.

Nesse percurso sionista, aparece a reunião internacional, em Evian – França, organizada pelos Estados Unidos, em 1934. A pauta era aceitar ou não judeus, como refugiados ou emigrantes, já perseguidos na Alemanha nazista. No conclave estiveram 34 nações europeias. Só duas europeias aprovaram a proposta. Os Estados Unidos não a aceitaram. Veio a tragédia inusitada do Holocausto da Segunda Guerra Mundial, que seguramente pesou na consciência de muitos, e particularmente dos Estados Unidos.

Em 1947, criaram-se dois Estados. O expansionismo sionista, entremeado de violência armada e psicológica, chegou atualmente a ter na Cisjordânia, território do Estado Palestino, 700 mil colonos provindos de outros países, numa política assombrosamente de colonização de terra alheia.

Se Israel nunca cumpriu nenhuma Resolução da ONU – Organização das Nações Unidas –, nem do Conselho de Segurança, o celebrado acordo de Oslo, que garantiu Prêmio da Paz aos líderes de lado a lado. A frustração do acordo pelo descumprimento por parte do governo sionista, ainda assim deixou, objetiva e efetivamente, impassível a “cegueira deliberada do Ocidente” em relação à Palestina. Só que nesse acordo a liderança da OLP cedeu território e ganhou a etiqueta de traidora.

A vida de discriminação, humilhação e violência continuou na região, chegando ao dia em que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin “Bibi” Netanyahu, no segundo semestre do ano passado, ocupou a tribuna da Assembleia Geral da ONU, num plenário esvaziado, para anunciar surpreendentemente o novo mapa do NOVO ORIENTE MÉDIO, sem o Estado da Palestina. Ele a extinguiu até no mapa, acreditando no efeito final das armas…

Deu no que deu. Houve o ataque do Hamas, e a violência, que sempre merece repugnância, estendeu a guerra, com a promessa de destruição definitiva do Hamas.

O ataque surpresa aprofundou o ódio de retaliação do Estado sionista, até pela pintura desfeita de que era inexpugnável. O palco maior dessa retaliação foi o território de Gaza, com a destruição inclusive de hospitais, mortes de mulheres e crianças, cutucando a consciência universal para o genocídio que acontecia e acontece ali.

Agora, a comunidade internacional reage junto ao Tribunal Penal Internacional, com pedido de prisão para protagonistas. E a cegueira universal começou a ser superada pela emergência de protestos mundiais a favor da Palestina. Até chegar ao anúncio da Irlanda, Espanha e Noruega que reconhecerão o Estado da Palestina.

A gravidade da situação e suas contradições conferem ao anúncio desses países uma bandeira ética e moral de alarme, de denúncia, de protesto, de insurgência humanista, pois reconhecerão um Estado, que não foi ainda implantado. E com isso invertem o caminho regular de um reconhecimento que se faz, quando não se tem pela frente a força insaciável da estupidez guerreira.

O governo de Israel fica mais e mais isolado, com os Estados Unidos sendo obrigado a jogar um jogo duplo, em desfavor de seu parceiro Israel, já que a opinião nacional e internacional adere ao clamor palestino.

Se em 1947 o povo palestino não tinha como aparecer como uma unidade de nação, hoje a comunidade internacional, seja pelas resoluções afrontadas, seja pelo movimento estudantil mundial, seja pelos fervilhantes espaços públicos a favor da causa palestina, eis que surge a pergunta, até contraditória: Quem ganhou a guerra que continua?

O Estado de Israel foi denunciado como regime de “apartheid”, pior do que aquele vivido pela África do Sul, regime de separação racial, de 1948 a 1994.

Não confundir grupo político sionista, discriminador racista e violento, que empolgou o poder político, com o povo judeu saído dos campos de concentração, e que sempre tiveram nossa solidariedade.

A opinião pública mundial agora sabe do drama histórico dos palestinos.

Compartilhar:

  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Email a link to a friend(abre em nova janela) E-mail
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Curtir Carregando...

A grande mentira revogada

27 segunda-feira maio 2024

Posted by Feres Sabino in blog

≈ Deixe um comentário

Há mais de dez anos, não sei bem se foi na antiga Relojoaria Ferreira ou em frente à famosa esquina da Única, ali na confluência da rua Álvares Cabral com a rua São Sebastião, em Ribeirão Preto, ouvi, mais de uma vez, uma história de corrupção, que como tal corroía a imagem do presidente Lula e de seu filho Lulinha.

Hoje, essa mentira revogada pode oferecer a cada pessoa honesta, de direita ou esquerda, o bom senso de assumi-la como lição, para se prevenir com cada divulgação atual nessa sociedade cansada de mentiras.

A história era contada por corretor de imóveis rurais, proprietário no Pará, cujo vizinho declarava que tais e quais fazendas da região pertenciam ao Presidente e ao seu filho, cujo nome deles, porém, estariam encobertos por um outro ou outro laranja, ou laranjas.

Ele contou, e repetia. Era, e é, personalidade de muita simpatia pessoal, que ressoava a boa-fé, além de uma convivência sorridente, que sempre teve o meu respeito. Ele acreditou e contava, eu o ouvia, como cidadão e advogado, e aguardava as provas desse fato tão retumbante, que não poderiam ficar escondidas, indefinidamente. Afinal, na política a fome vingativa de opositores ultrapassa qualquer limite. Também emergiram os adversários que, grosseira e descaradamente, utilizaram-se dos aparelhos do Estado para defesa de interesses pessoais e familiares e milicianos, que poderiam perfeitamente descobrir fato tão óbvio.

Um exemplo internacional ilustra a eficiência de uma investigação, pois, em relação ao sanguinário ditador chileno Pinochet, depois de sua morte, descobriram-se cento e vinte contas bancárias esparramadas pelo mundo. Mais ainda, tem-se opositores por preconceito enraizado e elegante, que desprezam o retirante vitorioso que não pôde frequentar escolas e universidades para adquirir a arrogância de um procurador da república ou de um juiz suspeito e parcial de Curitiba, e por isso corrupto, antipatrióticos, eternamente lambuzados pela fraude traidora da lei, da justiça e da pátria. E, ao contrário, o retirante aprendeu, na vida, o que sabe ensinar sobre o Brasil real. Explicar o Brasil Real? Um escândalo!

Hoje mais do que nunca precisamos recordar essa mentira, porque parte do tempo aderiu ao falso, quiçá provisoriamente, quando a mentira ganhou mais força e mais velocidade, a ponto de paralisar a atuação necessariamente saneadora do Presidente Arthur Lira, que atrasa a lei para sanear a internet desses abusos que já estavam mais do que discutidos na Câmara, há mais de dois anos.

E essa história na verdade se esparramou pelo Brasil. E mesmo que uma vez a Folha de São Paulo tenha publicado reportagem sobre investigação infrutífera da Polícia Federal sobre o filho, que durara 10 anos, ainda assim, a história dessa mentira estava arraigada no imaginário popular. Poucos leem jornal, mas muitos e muitos ouvem o rádio ou assistem à televisão, e permanecem com a mentira estonteante da publicidade farta, e não sabem da revogação judicial dela, porque não é veiculada com a mesma força de eficácia pela mesma imprensa. E a Constituição Federal tem como princípio e fundamento o valor ético-jurídico da dignidade da pessoa humana, e assim a densidade jurídica da honra impõe reação máxima contra o crime de difamação, de calúnia e de injúria, praticado contra ela.

No entanto, as desculpas apresentadas por quem injuria, calunia, difama, ou seja, ofende a honra e a dignidade das pessoas e de seus familiares, não apagam da lembrança da totalidade das pessoas que ouviram inicialmente as ofensas, pois a verdade não interessa tanto ao espetáculo da imprensa, que geralmente alcança maior audiência com escândalos, inclusive mentirosos.

O tempo passou. E o cantor popular Amado Batista repetiu a história, só que desta vez houve consequências judiciais. O pai e o filho o processaram. E, a Carta Capital, via Google, no dia 22 de junho de 2022, veiculou a matéria sob o seguinte título: “Amado Batista pede desculpas na Justiça por declarações contra Lula”.

O artista apoiador do presidente Jair Bolsonaro, segundo o site The Intercept Brasil, “foi multado em R$ 1,24 milhão pelo Ibama por desmatamento em sua fazenda em Cocalinho, na divisa de Mato Grosso com Goiás”.

E neste site a retratação está assim redigida:

“O cantor e compositor Amado Batista entrou para a lista — cada vez mais extensa — de artistas que reconheceram ter espalhados Fake News sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua família, a quem Batista acusou de ter grandes propriedades rurais: ‘Apesar de ter dito que Fábio Luiz Lula da Silva era latifundiário e dono de cabeças de gado no Mato Grosso e no Pará, reconheço que essa informação chegou ao meu conhecimento a partir de meros boatos irresponsavelmente difundidos na sociedade’.”

A reportagem finaliza dizendo: “Antes desse episódio, outras celebridades já haviam se retratado e pedido desculpas a Lula e a sua família. Foi o caso da atriz Regina Duarte”.

E a repetição dessa retratação é um serviço de interesse público, porque mentirosos e mentiras circulam livremente na sociedade, e precisam ser condenados por um serviço exemplar de saneamento básico.

Compartilhar:

  • Imprimir(abre em nova janela) Imprimir
  • Email a link to a friend(abre em nova janela) E-mail
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
Curtir Carregando...
← Posts mais Antigos
Posts mais Recentes →

Posts recentes

  • A soberania do Brasil e o espírito de vira-lata
  • A traição da fé
  • A PAZ, rediviva ou ressuscitada
  • A escumalha parlamentar na fase pré-natalina
  • Os vampiros do dia e da noite

Arquivos

  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • outubro 2015
  • setembro 2015
  • agosto 2015
  • julho 2015
  • junho 2015
  • maio 2015
  • abril 2015
  • março 2015
  • fevereiro 2015
  • dezembro 2014
  • julho 2014
  • junho 2014
  • maio 2014
  • abril 2014
  • março 2014
  • dezembro 2013
  • novembro 2013
  • setembro 2013
  • agosto 2013
  • julho 2013
  • junho 2013
  • maio 2013
  • março 2013
  • fevereiro 2013
  • janeiro 2013
  • agosto 2012
  • junho 2012

Categorias

  • blog

Meta

  • Criar conta
  • Fazer login
  • Feed de posts
  • Feed de comentários
  • WordPress.com

Blog no WordPress.com.

  • Assinar Assinado
    • Feres Sabino
    • Junte-se a 58 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • Feres Sabino
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Denunciar este conteúdo
    • Visualizar site no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra
%d