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Feres Sabino

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Qual a idade da estupidez?

14 segunda-feira jul 2025

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O tempo dos impérios guarda semelhança com o tempo de vida de muitas pessoas. Eles nascem, crescem, envelhecem e morrem.

A consciência dessa realidade não ficou disseminada no povo norte-americano, antes das eleições do atual Presidente, que com sua opositora, não discutiram os problemas reais da população. Por exemplo, a vocação permanentemente guerreira de seu país, o empobrecimento de sua população, a decadência emergente, no discurso presidencial, dizendo-se restaurador da grandeza perdida, ignorou os tentáculos dispendiosos de seu complexo militar-empresarial, o sangue de sete guerras perdidas e a extravagância dispendiosa de mais de setecentas bases militares, esparramadas pelo mundo.

E o império norte-americano ainda não estrebucha, mas está no caminho reto para colapsar suas forças expansionistas de hegemonia em perigo. E quando se chega a um ponto, como o atual, em que se desperta para essa realidade inaceitável, o poder decadente insurge-se, ameaçando tudo que se desenha como alternativa de nova ordem mundial. No prenúncio dessa vertigem, sempre há enrijecimento das políticas, local e internacional, tornando-as discriminatórias, perseguidoras, violentas, ameaçadoras, com forte implemento da militarização.

O colapso de qualquer império, assim como será o norte-americano e qualquer outro, não acontece de repente, como a morte de uma pessoa, que pode acontecer depois de meses, anos, enquanto um império hegemônico pode durar séculos.

Foi assim com o Império Otomano, foi assim com o Império colonial da Inglaterra, foi assim com o Império colonial francês, que vivem com a criação necessária de um inimigo, em razão do que mataram à vontade para se manter, como todo império, sempre dividindo para imperar. Não só matam, como fabricam divisões, rupturas, derrubam países, conspiram e afastam governos legítimos, especialmente quando querem mais e mais energia, mais e mais petróleo, mais e mais riquezas minerais.

O império enquanto dura precisa propagar uma justificação política de sua existência e sua permanência, para que a maioria do povo o aceite. A palavra mágica para todo o império é a palavra democracia. Na guerra do Iraque, o império norte-americano dizia que libertaria o povo do Iraque daquele sanguinário, em nome dos direitos humanos. Era tudo mentira. O problema era “roubar” o petróleo. Um dia foi o comunismo, ele acabou na Rússia, por exemplo, mas a narrativa anterior de ódio prevalece nas lideranças incapazes da Europa.

A narrativa do império hegemônico na economia, na cultura, na educação, é tão poderosa que o país colonizado a introjeta, sendo assumido por um espírito de vira-lata, que tantos se entregam ao domínio espiritual do poder hegemônico. Exemplo clássico e atual é dado por deputado federal, licenciado, que viaja para a sede do centro do poder para trair vergonhosamente sua pátria. Ou do governador, diante do ataque à dignidade e à soberania do país, que aconselha o Poder Judiciário a soltar o inelegível para ele tratar da taxação absurda contra o Brasil. É o caso de aconselhá-lo a dormir e andar diariamente com aquele revelador boné da campanha do desordeiro mundial. Afinal, existe outra atitude de despreparo infanto-juvenil.

O que acontece hoje, no mundo e no Brasil, surpreende pelo nível de estupidez como o imperador do império norte-americano age. E pior do que ele é a escumalha ética de deputados e governadores, que se ajoelham a interesses mesquinhos, solidarizando-se com ele, esquecendo da dignidade da pátria e do respectivo cargo, da soberania do país, da dignidade do Poder Judiciário e das Instituições brasileiras. A personalidade quase histriônica do líder, cujas opiniões variam como as nuvens, serve de exemplo a traidores, como ele, que traiu seus eleitores, as regras de convivência, interna e internacional, o tratado de livre comércio, como o da Coreia do Sul. Para ele, o Brasil é um quintal e a escumalha da política brasileira bate palmas, prestigia, quer tirar fotografia, usar boné de campanha dele, delatar mentiras sobre mentiras.

Se antes fora eleito Presidente, agora ele se diz Imperador do Mundo. Oficialmente já foi dito, lá por eles, que o Brasil é o “quintal” desse poderio hegemônico. A escumalha ética e política brasileira, situada na extrema-direita, bate palmas, gosta, pede taxação para tentar comprar a liberdade de um criminoso, frouxo e inelegível.

Não está descartado o início apressado de uma senilidade, que avança na similitude daquela história de um sanatório de doentes mentais, no qual um dos pacientes se dizia ser Napoleão Bonaparte.

Qual a idade da estupidez?

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O infeliz Hugo Motta

07 segunda-feira jul 2025

Posted by Feres Sabino in blog

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Se o Estado sionista, dono de arsenal atômico, atacou sem pré-aviso o país que tem o compromisso de não ter armas atômicas, se Trump atacou, violando igualmente as regras internacionais, como violou até a lei interna que estabelece ser o seu Congresso o órgão competente para declarar a guerra, aqui no Brasil o Presidente da Câmara Federal Hugo Motta resolveu, em estilo semelhante, criar mais um problema constitucional com o Poder Executivo, muito menos por causa do lema “quem tem mais paga mais, quem tem menos paga menos imposto”, princípio implícito da nossa Constituição. Aliás, essa ideia está ligada à progressividade tributária no Brasil — princípio que determina que quem ganha mais deve pagar mais impostos — não alcança as camadas de renda mais altas, como mostra o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem ganha mais acaba pagando proporcionalmente menos impostos, e essa diferença aumenta quando a renda atinge R$ 1 milhão por ano.

Na verdade, não interessa ao Brasil sua diversidade, suas diferenças, suas florestas e suas águas, o problema é desgastar o governo-Lula, para inviabilizá-lo como candidato à reeleição, gritando contra a realidade dos números, que o governo vai mal, gasta muito, mas ninguém explica claramente onde está gastando muito, como estão os números sociais. A propósito, a manchete do jornal Valor, do dia 3 de julho “Maioria dos objetivos do Plano Plurianual supera 80% das metas”, e o Plano Plurianual (PPA) é instrumento de planejamento para quatro anos, e fixa diretrizes, objetivos e metas da administração pública para aquele período. Ele fixa onde o governo gastará o dinheiro com as prioridades escolhidas.

Incrível foi o espaço televisivo da Globo, propagando que o PT teria organizado os players da comunicação independente e digital, para defender a política deles contra nós, que seria estabelecida pela cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Acontece que esse tributo federal é aplicado sobre uma série de operações financeiras, como câmbio, crédito e seguros, para empresas que utilizam cartões corporativos ou fazem operações internacionais.

Na verdade, quem cria essa narrativa, aprofundando critérios de divisão ideológica e política são os órgãos de comunicação da mídia tradicional, que politicamente têm lado na direita ou extrema-direita, e que preparam o governador de São Paulo, mas com o bonezinho do Trump e com a experiência trazida da viagem a Israel, essa fonte da barbárie e da morte, para assumir a condição de candidato a Presidente.

O Brasil, nessa fase de sua história, viu acender aos cargos públicos verdadeira escumalha, sinônimo de ralé, o que faz da maioria do Congresso Nacional a pior representação popular que jamais tivemos.

Esse aumento de percentual no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incidiria sobre a movimentação de grandes capitais, e os fazedores de opinião, ao invés de repetirem simplesmente o óbvio de que “quem ganha mais paga mais imposto, quem ganha menos paga menos”, deliberada e calculadamente geram a narrativa da guerra “entre ricos e pobres” utilizando a narrativa deslavada da mentira e da inverdade.

Assim está claro, para quem simplesmente é decente, sem comprometer sua postura político-partidária, que a responsabilidade da propaganda da guerra irreal e mentirosa pertence aos formadores de opinião, que a deformam. A opinião pública já viu o tamanho nanico de ética e de moral pública do Presidente da Câmara dos Deputados, que quer fazer comício até contra a Constituição, que o faz jejuno de nossa Lei Maior.

A extrema-direita fala que o governo gasta muito, mas não diz onde e porque gasta, o verbo gastar ficando sem essa explicação fica fácil na circulação da mentira.

A extrema-direita, que não quer taxação de dividendos, nem dos bancos bilionários, é usufrutuária majoritária de tantas emendas que amamentam a escumalha da representação popular com os bilhões das emendas parlamentares, que é uma imoralidade que só serve à corrupção, além de perverter o sistema eleitoral subsidiando os atuais parlamentares, que querem ficar onde estão como servidores deles mesmos.

Se por qualquer razão eles atacam o Supremo Tribunal Federal e o Lula, imaginemos o temor crescente de que a Polícia Federal continue desventrando, descobrindo, apontando os nomes dessa quadrilha, que se une ainda mais para fazer ameaças aos Ministros, pretendendo encurralar o Presidente da República para fazer o que não é da sua alçada, pedir ao Supremo, particularmente ao Ministro Dino, para parar com essa brincadeira de mal gosto que é essa de exigir moralidade, imparcialidade, transparências, verbos que para eles representam verdadeiros estorvos.

O Presidente da Câmara, que repete, com fingida devoção, a tal guerra fictícia de ricos contra pobres, constituiu-se em apoio fundamental para a escumalha majoritária aumentar desnecessariamente o número dos deputados. A cidadania consciente se pergunta: será que as Instituições brasileiras já se tornaram só uma frente de trabalho?

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A revoada dos alienados

30 segunda-feira jun 2025

Posted by Feres Sabino in blog

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Estou tentando descobrir qual a razão séria que levou tantos políticos brasileiros, inclusive governadores, prefeitos e outros escalões do poder político brasileiro de Estados diferentes, a gozar da moleza da gratuidade da passagem de avião e da estadia, para fazer turismo em Israel, o estado sionista que se converteu numa máquina de matar.

O sionismo tomou conta do Estado de Israel chegando ao paroxismo do fanatismo, para ser o exemplo da extrema-direita mundial, e exportando tecnologia tal como a máquina de espionagem adquirida sem licitação pelo governo brasileiro anterior, que espionou milhares de pessoas, jornalistas, políticos, militares e tantos outros.

A pior lição que essa revoada de alienados pode trazer é a de que é preciso continuar a destruição das regras jurídicas que sustentam o arcabouço criado após a Segunda Guerra, onde a Organização das Nações Unidas é o símbolo de que não mais haveria atrocidade. O início da violência pertence a Israel sionista, que manteve característica permanente, sempre pisando nos direitos dos palestinos, os impedindo de instalarem o seu Estado, criado simultaneamente com o de Israel, cujo expansionismo armado e terrorista expulsa o indesejado árabe, considerado de segunda categoria, de suas terras, gradativa e crescentemente na Cisjordânia, porque em Gaza o genocídio é horrendamente escandaloso.

O sionismo, como movimento político, discriminador e violento, erigiu essa fonte de violência, juntamente como a ideia de que denunciá-la confunde-se com a mesma prática do antissemitismo, escondendo-se nessa armadilha como vítimas, querendo aproveitar-se, despertando piedade, de fiapos de nossa solidariedade indiscutível contra o holocausto hitlerista.

Se os alienados do Brasil querem apreender o domínio da indiferença, à brutalidade covarde e à humilhação imposta a um povo, eles não precisariam viajar para tão longe, basta serem o que são e agir sem etiqueta estrangeira. Eles já fazem aqui o que o primeiro-ministro de Israel, corrupto, tentou fazer com a Suprema Corte de Justiça do país. Seguramente a viagem será inútil, pois a extrema-direita nacional, depois de um estágio na grosseria, ultrapassou o limite do xingamento e da desmoralização, invadindo a sede da República, colocaram fogo no prédio da Polícia Federal, arquitetaram mortes de autoridades, caminhão para explodir próximo ao Aeroporto de Brasília. No Congresso Nacional, diariamente convertido em palco de vergonha dessa gente, que nada têm o que aprender com essa viagem cansativa, onde fica oculto o interesse eleitoral dos lobbies endinheirados e poderosos do sionismo.

Ou querem colocar a prova a indisposição de não saber dialogar diante da estranha atração da covardia e da traição, que os fazem tentar distrair o adversário político, convertido gratuitamente em inimigo, para matá-lo, ainda dormindo com mulher e filhos, e em prédio de apartamentos com outros pais e outros filhos.

Que tipo de aprendizado esses alienados da verdade verdadeira de seu país serão capazes de arrancar das terras ensanguentadas do genocídio, que envergonham a humanidade do mundo, menos as das potências que gostariam de reimplantar o colonialismo naquele mundo de riqueza historicamente ambicionada?

Para alcançar o servilismo ético e moral, que apodrece com a cidadania molenga, não é preciso colocar na cabeça, no mesmo dia da eleição do Fantasma do Mal americano, o seu boné, que nessa circunstância se apresenta à realidade da pessoa enquanto pessoa vassala e encarnada.

Com a simbologia daquele boné-Trumpista, que até se apresentou eleitoralmente como homem da Paz, que acabaria com a guerra em vinte e quatro horas, enganando o povo de sua pátria, perplexo com a tipologia do ir-e-vir, do dizer e desdizer, da maluquice em separar-se de parceiros tradicionais e vassalos, como os europeus, nada, nada, fariam os alienados da revoada capturar uma lição de civilidade digna. Na verdade, seria o bastante permanecer como são, porque naturalmente surgiria um acréscimo de ódio como alimento de seu rancor e de sua vontade de matar.

Os alienados viram como se mata, facilmente, as cabeças científicas, as cabeças civis, as cabeças militares, como preparação daquele ataque surpresa, pensando não existirem mais outros militares, outros civis, outras cabeças científicas, para resistirem ao ataque, respondendo como têm feito…

A fonte internacional da extrema-direita está em pânico.

Diz-me com quem andas, saberei quem és…

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